Guia de uso responsável
Esta ferramenta foi criada para cenários de desenvolvimento, QA e homologação em que uma aplicação precisa receber um CPF estruturalmente correto sem expor dados pessoais reais. O número é montado no navegador e nunca é enviado a um servidor.
Como o CPF é gerado
Os nove primeiros dígitos são sorteados e os dois dígitos verificadores são calculados pelo algoritmo de módulo 11 usado na validação oficial: pesos decrescentes a partir de 10 para o primeiro dígito e a partir de 11 para o segundo, com o resto 10 convertido em zero. O valor resultante passa em validadores sintáticos, mas não representa uma pessoa real.
Quando usar
Use em testes de formulário, massa de dados, automação de ponta a ponta, validação de máscaras e exemplos de documentação interna. Evite usar em cadastros reais, integrações de produção ou qualquer fluxo que dependa da identidade de uma pessoa.
Boas práticas
- Mantenha dados gerados separados de bases produtivas.
- Combine com nomes e e-mails fictícios ao criar massas de teste.
- Registre nos testes que o CPF é sintético para evitar confusão operacional.